balanço do mês
Uma carta sobre o mês e um mapa do trimestre: um texto longo em vez de mais um gráfico
Os gráficos respondem «quanto». A carta sobre o mês e o mapa do trimestre respondem «o que mudou e o que não mudou», num texto longo que se lê uma vez e fica.

No fim do mês a aplicação guarda trinta dias de números — e com eles a sensação de que já não há nada para ver. Os números respondem «quanto», mas a essa altura a pergunta é outra: o que mudou, o que ficou igual e o que fazer com isso. Respondem duas análises longas: uma carta sobre o mês e, uma vez por trimestre, um mapa da sua fala.
Porquê um texto e não mais um gráfico
Um gráfico mostra movimento mas nunca nomeia a causa. «Menos palavras duras» é uma linha a descer; «menos em todo o lado excepto às noites depois das nove» já é uma conclusão, e uma conclusão não se desenha numa barra.
A carta sobre o mês tem 700 a 900 palavras. Assenta nos seus números do mês e nas suas próprias notas, onde as escreveu: compara o mês com o anterior, nomeia o que não mudou e acaba com uma única pergunta em vez de uma lista de conselhos.

O mapa do trimestre: três meses e o que só eles mostram
Para certas coisas um mês é curto de mais. Uma semana má estraga o mês inteiro; em três meses vê-se se foi um acaso. Por isso, uma vez por trimestre, monta-se um mapa da fala — uma análise da mesma extensão noutra escala.
O mapa exige pelo menos 21 dias de medição, e esse limiar está tanto no ecrã como no servidor. Vender uma análise sem nada para analisar não se faz: a aplicação simplesmente não a propõe enquanto os dias não existirem.
Porque estas se pagam e as curtas não
As análises são de duas classes. As curtas — cinco linhas sobre uma tentativa de exercício, sobre a voz, sobre as conversas, sobre o resumo da noite — fazem parte da subscrição e nunca se vendem à unidade: um dólar por cinco linhas seria uma burla.
As longas — análise de um teste, carta do mês, mapa do trimestre — compram-se à parte. E o servidor garante-o: se o modelo responder curto de mais, o pedido é repetido, e não chegando à extensão a compra não é gasta de todo.

O que sai do telemóvel e o que não sai
Sai um resumo: os números desse mês ou trimestre e as suas próprias notas onde as escreveu. Sem nome, sem áudio, sem transcrições e sem histórico de fala. Cada pedido exige um toque próprio num ecrã que diz o que será enviado.
O texto terminado fica 30 dias — para a aplicação o poder mostrar de novo depois de uma quebra de ligação — junto com o identificador do recibo. Depois é apagado. Repetir o mesmo pedido é gratuito.
O que fazer com isso
Não fazer nada também é uma resposta. A carta não distribui tarefas nem fixa metas: descreve um mês, não planeia o seguinte. Se depois dela apetecer mudar alguma coisa, para isso existem a competência da semana e a palavra da semana.
E uma regra: o texto assenta em números, e os números em medições. Um mês em que quase não ligou a sessão dará uma carta curta e prudente — e isso é mais honesto do que um texto bonito sobre nada.

Cem maneiras de olhar para si mesmo
Ler sobre isso é uma coisa. Dez dos testes estão abertos aqui mesmo: sem instalar, sem conta, sem guardar nada.